MVO · NIS2 · SAF-T

Sectores · Saúde Especializada

Paciente em primeiro lugar. Sistema a suportar, não a atrapalhar.

Ferring Portuguesa, Bial e Merck entre os nossos clientes. Servimos clínicas privadas, laboratórios de análises, farmácias, redes clínicas e farmacêuticas em Cegid Primavera. Integração com sistemas clínicos existentes, MVO (Medicines Verification Organisation) operacional, conformidade com requisitos do INFARMED e reporting à ACSS quando aplicável.

MVO
Verificação de medicamentos operacional em clientes farmacêuticos
NIS2
Saúde figura no âmbito típico — coimas até €10M para entidades essenciais
ACSS
Reporting automatizado onde aplicável
8‑19h
Suporte humano em dias úteis · arquitectura desenhada para resiliência fora do horário
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Dores que ouvimos no sector

Três problemas específicos da saúde especializada.

O sistema clínico e o sistema de gestão não se falam.
A clínica tem o software clínico (Medicinae, Clidata, SClinico). A administração tem o Cegid ou outro ERP. Entre um e outro há dados de faturação a clientes e seguros que se introduzem duas vezes — ou que ficam por introduzir. Integramos os dois lados via API ou middleware Azure, com reconciliação diária automática.
Faturação a ADSE, seguradoras e particulares tem regras diferentes.
Regimes IVA distintos, tabelas de comparticipação específicas, reporting exigido por cada seguradora em formato próprio. Uma prestação de serviço clínico pode gerar três faturas paralelas — paciente, seguradora, ADSE. Configuramos o Cegid para todos estes fluxos e automatizamos o reporting nos formatos exigidos.
A NIS2 é tema praticamente certo em saúde.
A saúde figura entre os sectores listados no âmbito do DL 125/2025 (NIS2). A qualificação concreta de uma entidade — como «essencial», «importante» ou fora de âmbito — e os prazos aplicáveis dependem de avaliação caso a caso, tipicamente em função da dimensão e da criticidade dos serviços prestados. Coimas podem chegar a €10M para entidades classificadas como essenciais. Integramos a preparação técnica no mesmo contrato que implementa o ERP; a análise jurídica de enquadramento é feita em parceria com escritórios de advogados.
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O que fazemos neste sector

Sete pontos concretos, vocabulário do sector.

Integração Cegid ↔ software clínico
Medicinae, Clidata, HiMed, SClinico, VitalJacket e outros. Via API quando o sistema expõe, via middleware Azure quando não. Sincronização diária de prestações, pacientes e faturação.
Faturação a seguradoras e subsistemas de saúde
ADSE, SAMS, Multicare, Médis, Advancecare. Fluxos de pré-autorização, recibos verdes, submissão nos formatos específicos de cada entidade. Reconciliação automática de recebimentos.
MVO — Medicines Verification Organisation
Para clientes farmacêuticos: verificação automática de medicamentos no acto de dispensa, comunicação com o sistema central europeu, gestão de alertas de segurança e retiradas de lote.
Gestão de stock clínico — reagentes, consumíveis, medicamentos
Com gestão de lotes, validade e rastreabilidade. Alertas automáticos para proximidade de expiração. Reconciliação entre consumo clínico e stock contabilístico.
Reporting à ACSS e outras autoridades
Quando aplicável (unidades convencionadas), automatização do reporting estatístico e financeiro à ACSS. Reduz horas de trabalho administrativo mensal em várias ordens de magnitude.
Conformidade NIS2 + RGPD reforçado
Audit logs completos, encriptação de dados em repouso e em trânsito, segregação de dados clínicos sensíveis. Incident response plan documentado. Base de evidências pronta para auditoria regulatória.
Suporte Premium — gestor dedicado, monitorização proactiva, prioridade
A linha central cobre 8h–19h em dias úteis, com pessoa a responder — apanha abertura de agenda clínica e fecho do dia, com SLA 3h auditado pela LAC. O escalão Premium acrescenta gestor de conta dedicado, revisões mensais formais, alertas proactivos configurados (capacidade, erros de integração, lentidão de base de dados) e acesso direto a L2/L3 sem triagem em L1.
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Calendário regulatório 2027

Três datas críticas para a saúde.

3 Abr 2027NIS2
NIS2 plenamente sancionatória · DL 125/2025
Saúde no âmbito típico da NIS2. Coimas até €10M para entidades classificadas como essenciais. Controlos técnicos a implementar (MFA, encriptação, IR plan) independentemente da categoria final.
Preparação obrigatória
1 Jan 2027AEQ
Assinatura Eletrónica Qualificada
Todas as faturas eletrónicas. Volumes típicos de clínica ou laboratório tornam não-negociável.
Configuração standard
ContínuoRGPD
RGPD + categoria especial (dados de saúde)
Dados clínicos têm regime reforçado. Controlos de acesso, audit trails, retenção.
Sempre em vigor

Nota: esta página é meramente informativa e não constitui aconselhamento jurídico. A qualificação concreta de uma entidade no âmbito do DL 125/2025 (NIS2) e a aplicação dos regimes regulatórios dependem de análise caso a caso — a HeraPrime articula essa análise em parceria com escritórios de advogados.

Perguntas frequentes

FAQ — Saúde especializada

Trabalham com hospitais ou só com clínicas privadas?
Clínicas privadas, laboratórios de análises clínicas, farmacêuticas (Ferring, Bial e Merck são clientes), redes de farmácias. Hospitais públicos maiores com integração profunda ao SClinico e volumes institucionais são normalmente servidos por integradores de maior escala; assessment inicial esclarece se o vosso caso encaixa no nosso âmbito.
Temos o Medicinae. Integram com Cegid?
Sim. O Medicinae expõe API para integração externa e temos experiência com o fluxo padrão. A integração cobre: sincronização de pacientes, prestações, faturação e recebimentos. Reconciliação diária automática. Janela típica de implementação isolada: 4 a 8 semanas após a configuração base do Cegid.
Somos clínica com 30 pessoas. O Cegid é demasiado grande?
Depende da complexidade. Se a faturação é simples (só particulares, sem seguradoras), provavelmente sim — uma solução mais ligeira serve melhor. Se há ADSE, 3 ou mais seguradoras, gestão de stock clínico e necessidade de reporting financeiro, o Cegid justifica-se mesmo com 30 pessoas. Assessment inicial clarifica rapidamente.
Como funciona a NIS2 numa clínica?
Primeiro, avaliar se entra no âmbito — nem todas entram. O DL 125/2025 lista critérios específicos. Se entra, precisa de controlos técnicos (MFA, encriptação, segregação de dados), processuais (incident response plan, registo de incidentes, formação) e de governance (nomeação de responsável, revisão anual). Gap assessment de 2 a 4 semanas identifica o que falta face ao que existe.
Quanto custa uma implementação em clínica?
Clínica simples sem integração clínica: €18k–€35k. Com integração a um software clínico e 2–3 seguradoras: €35k–€70k. Laboratório com volumes elevados e integrações múltiplas: €60k–€120k. Assessment inicial €3k–€8k preço fixo. Proposta formal com preço fechado antes de assinar.

Diagnóstico de 30 minutos, sem compromisso.

Assessment inicial cobre Cegid + integração clínica + NIS2. Sai com proposta estruturada em 2–3 semanas.